sexta-feira, 25 de abril de 2008

passeio





Pouca-terra, muita água, pela linha com calor.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

oooo o





Um dia destes ficarão assim.

domingo, 20 de abril de 2008

amarelo






Ajudei-a a cortar e a rasgar alguns papéis, e deixei-lhe a cola stick à mão. A técnica mais apreciada foi besuntar a base principal de cola e aderir os papéis recortados à vontade. Na primeira vez que os colou, não queria inclinar a folha, disse-me que podiam cair :-)

— O que é isso amarelo?
— É um autocarro.

sábado, 19 de abril de 2008

terça-feira, 15 de abril de 2008

frutos de eucalipto







Daqui voltei com os bolsos cheios.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

pequenas arrumações




Trocando os objectos de sítio, com mais algumas pequenas alterações na organização do quarto, faz com que os brinquedos velhos pareçam novos. É uma oportunidade única para encontrar aquela peça do puzzle que desapareceu há semanas, o sapato da boneca que nunca mais se viu e «desaparecerem» alguns brinquedos completamente dispensáveis e sem interesse nenhum.

domingo, 13 de abril de 2008

Parque das Conchas









No Lumiar, em Lisboa.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

sobre cores e não só



Gosto de comprar meadas. Dá mais trabalho mas gosto do ritual de as passar a novelo. Quando há uma ajuda de braços põe-se a conversa em dia, mas quando não há, utilizo a «geringonça» (um dia ela aparece por aqui). Para além das meadas serem mais baratas que os novelos (que também os compro), gosto de combiná-las antes de o serem. Costumo registar algumas uniões de cor com a máquina fotográfica mesmo que nunca venha a fazê-las, assim não me esqueço das várias possibilidades e já tenho utilizado algumas referências aplicadas noutras áreas. É uma espécie de diário gráfico de cor. O computador fica cheio de imagens de meadas, a maior parte não as mostro aqui, mas dou-lhes uma vista de olhos de vez em quando, servem de inspiração.

Sem darmos por isso uma área influencia outra e é muito bom quando vivemos da criatividade (considero-me privilegiada), não fico muito assustada com os bloqueios criativos, é uma fase que ocorre de vez em quando e que para mim é apenas um sinal vermelho para parar, afastar-me, observar melhor, voltar a procurar e pesquisar novamente. O mais importante ficará retido na memória e será o suficiente, é um ponto de partida para evitar fazer igual e chegar a um resultado mais pessoal.

Começo a achar perigoso a nível criativo, as dezenas de livros de padrões gráficos e de «arabescos» (como tenho ouvido chamar, e nem comento…), que trazem imagens em vectorial, algumas sem direitos de autor referidos e que são utilizados vezes sem conta, sem sentido e que fazem tudo ficar igual ao que já existe. Num cartaz de rua, num flyer, na televisão, num vinil de parede, numa agenda, num caderno, numa mala, numa almofada, etc. Estaremos a passar por um bloqueio criativo generalizado? Mas acho que já está a durar muito tempo.

………

Livros pouco comuns:
Um livro de pano 2, 5, 6, 8 e 9.
Um livro de papel sobre sombras.

terça-feira, 8 de abril de 2008

chuva





Estava prestes a abandonar as botas e a largar os collants de lã, mas reconsiderei.


Bonitos dias de chuva do Rui Palha.

domingo, 6 de abril de 2008

croché em fio de prata







No fim do ano passado frequentei um workshop orientado pela Cristina Jorge. O meu objectivo era adquirir as noções básicas para trabalhar a prata, e uma delas tradicional na joalharia, o croché em fio de prata. Fiquei entusiasmada, mas a falta de tempo para praticar não me leva longe.
Entretanto, inspirada numa outra peça e aplicando a técnica da joalharia, recorri às linhas que me são cúmplices e iniciei um colar. Não venho mostrar nada de novo, a técnica é utilizada vezes sem conta, mas resulta sempre tão bem.

Em baixo, a minha luta diabólica com o fio de prata… um material adiado, por agora.


sábado, 5 de abril de 2008

histórias em azulejos





Conheci o trabalho da Ana Vilela e a própria, numa exposição colectiva onde também participei, com mais outros artistas e onde nós duas trocámos trabalhos no fim da exposição. O primeiro painel de quatro azulejos, faz parte dum projecto sobre canções infantis ilustradas, que na minha opinião daria um belo livro de canções tradicionais, o segundo foi uma prenda de nascimento uns meses mais tarde para a minha filha (nessa exposição estava ainda grávida).

Hoje à tarde, a Ana vai contar as suas histórias no Museu do Azulejo, por volta das 15.30h e os seus painéis ficarão expostos até ao dia 30 de Abril.
Penso que seja uma boa sugestão de fim de semana, para quem ainda não conhece o Museu Nacional do Azulejo e as histórias ilustradas em azulejos da Ana Vilela.

Mais informações aqui e aqui.
Os «meus» azulejos por inteiro, aqui e aqui.



Quadradinhos da exposição c c c .