terça-feira, 9 de julho de 2013

aproveitar o tempo e não só


«Esperar à portuguesa» é passar a manhã nas finanças, em pé, e sair de lá com um par de meias concluído.

Em filas «desespera» por vezes chegamos a criar pequenas afinidades com desconhecidos, e conheci uma senhora muito interessante, que me contou, que quando era pequena, a sua mãe aproveitava as camisas coçadas do pai — dos ombros fazia soutiens e das «fraldas» da camisa fazia cuecas – não confundir com pobreza, mas sim, um inteligente aproveitamento já incutido na família.

1 comentário:

Filomena Crochet disse...

A minha mãe quando eu e o meu irmão éramos pequenos fazia isso....
Hoje é tudo muito descartável e o mundo está onde está....de mal a pior.....

abraços de MF