terça-feira, 16 de julho de 2013

«quatro paredes caiadas, um cheirinho a qualquer coisa…»


Esta imagem ilustra o meu ecrã desde o primeiro dia em que a tirei, em novembro de 2011. Não vou descrever o percurso da chegada até aqui, teve altos e baixos, como o normal e o anormal de uma obra, incluindo a vontade de desistir e os imprevistos que nos fazem andar para trás para conseguir andar para a frente.

Partilhei isto com poucas pessoas, simplesmente porque não sabia o desfecho. Resultou melhor fingir para mim própria que nada disto existia, afinal, nunca perdemos aquilo que nunca tivemos e se nada se concretizar custa muito menos – ninguém nos faz perguntas, não nos sugerem demasiadas ideias sem sentido nem pressionam.



Quando menos se espera aparece a oportunidade e é pegar ou largar. Pegamos. Mesmo que tenha sido o pior momento para pegar numa coisa destas, e que me digam que o país não está para aventuras.
Agora que o atelier está a ficar composto, quase me esqueço do que se passou durante um ano e meio.
Um obrigada do tamanho do mundo a quem me ajudou a tornar isto possível e fez muito mais do que alguma vez pedi ♥.

Passaram várias estações do ano e já não tenho a hera. Tenho mais luz, e de vez em quando uma chuva de buganvílias.

7 comentários:

J. disse...

oooh!! tao bonito :)
bj

Paula Spranger Pereira disse...

Vai ser muito bom.

Menina Rabina disse...

UAU Vera!!! Boa!!! Beijinhos

ELO °° disse...

parabens !!!!!

Filomena Crochet disse...

Vera,
que boa novidade!!!!
Sucesso menina!!!Sucesso!!!!
Um grande abraço de Maria Filomena

Tens tudo para vencer....

rita pinheiro disse...

Uau! Que bom Vera!
Boa sorte no teu novo espaço :)

Joana disse...

Parabéns e muito boa sorte! :)