domingo, 29 de setembro de 2013

quando os móveis crescem connosco


Dizem-me que há móveis baratos e não me devia dar ao trabalho. Mas os móveis muito baratos também existem para nos descartarmos deles com maior facilidade e substiuírmos por outros, e alguns até parecem programados para se auto-destruírem em pouco tempo. O mesmo que já acontecia com a roupa. Confesso que também sou conquistada pelos móveis práticos e pelas novidades mas sei que devo escolhê-los a dedo e comprar apenas o necessário.

Tenho consciência que sou responsável por aquilo que já tenho e não devo descartar-me facilmente de «coisas» sem primeiro tentar arranjar-lhes outra solução. Por vários motivos aventurei-me com a Rita no azul. Não estão grande coisa, e até já cometi um crime com um agrafador, mas já ficaram diferentes e adaptados às novas necessidades. Este deixou de guardar roupa e passou a ser uma estante.

Garanto que não são momentos «queridos», dá imenso trabalho e deixamos de fazer outras coisas.


2 comentários:

Virgínia disse...

Faço minhas as tuas palavras. E daqui, o azul parece-me muito bem!

Margarida disse...

Mais uma demão e fica óptimo!
:-)

Gosto do azul... é fora do "branco standard".