segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

iniciação ao crochet

Estas amostras de crochet são demasiado ambiciosas para quem vai começar, contudo, não deixam de ser inspiradoras para quem quer aprender. Mesmo fazendo outro tipo de peças mais contemporâneas, continuo a achá-las maravilhosas e servem-me de referência.

As novas gerações estão um pouco longe de voltar a fazer este tipo de trabalho miudinho, já não fica bem em cima da mesa por baixo da jarra das flores ou a tapar o jarro da água, a não ser para a composição duma fotografia porque as cores ligam bem com a capa dum livro ou com a chávena de chá — isto, até alguém aparecer e anunciar que será a próxima tendência na decoração de interiores. De qualquer modo, continuo a achar que um napperon realizado em crochet é um excelente exercício para se ir fazendo de vez em quando, nem que seja só para descontrair.

Para quem quer começar a aventurar-se nas malhas do crochet, aviso que no dia 5 de março volto à Retrosaria, mas desta vez, vou ensinar a fazer crochet desde o início.

2 comentários:

Lara disse...

Continua a ser o meu trabalho preferido, esse miudinho, esse antigo, o dos naperons. Chamo-lhes doillies, como os ingleses, para não estar tão conotado mas ainda assim não agrego muito fãs, é, como dizes, bonito para as fotografias. Mas em minha casa são bonitos em qualquer lugar, em qualquer cor mas sempre em linha 12, no máximo.

Naná disse...

Tenho bastantes amostras dessas, ou deveria dizer, partes de naperons que a minha mãe começou e nunca terminou, ou que fez as peças todas e nunca uniu. A minha mãe costumava fazer crochet com agulhas e fios de algodão de espessura muito reduzida o que lhe dava um toque muito delicado. Guardo-as todas como pequenos tesouros que ela me deixou e para me lembrar o quão valiosas eram as suas mãos.
Tenho pensado em encontrar um projecto onde as possa reunir e exibir a beleza que encerram e assim homenagear o trabalho fantástico da minha mãe.