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segunda-feira, 23 de julho de 2018

44

Mais um ano de capicua.

sábado, 23 de julho de 2016

poesia-me


Não te esqueças miúda, os melhores dias são aqueles que não programamos.

terça-feira, 28 de julho de 2015

41




Entretanto fiquei mais velha.

domingo, 10 de agosto de 2014



A minha amiga de infância Rita (que este ano também fez 40) ofereceu-me uma prenda inesquecível para assinalar o meu aniversário. Um álbum onde reuniu fotografias da nossa amizade desde os nossos 2 anos de idade até hoje, terminando com fotografias das nossas filhas que este ano fizeram 9. Adorei ♥ e já o vi tantas vezes que o vou gastar.

Com a idade das nossas filhas eu já passava muitas tardes a fazer desenhos e ela só queria pegar em bebés, hoje sou designer gráfica e a Rita é educadora de infância :-)

As três primeiras são de 1990 e a dos posters é do ano do Dirty Dancing.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

enta

Comecei hoje a entrar na curva.

quarta-feira, 26 de março de 2014

going gray

A minha filha tem um cabelo branco bastante visível há uns 3 anos. Acho-lhe graça e ela também. Mas depois, vira-se para mim e diz-me que estou «cheia» deles e devia pintar novamente. É assim que elas aprendem, porque veem as mães a fazê-lo e tomam isso como um hábito futuro, disfarçar os brancos antes que eles tomem conta de nós. E depois, levam isso para o resto da vida, porque as madeixas brancas ou o grisalho «fica esquisito», porque ouvimos dizer que não condiz com a nossa pele, com a nossa idade ou com o nosso olhar. Sem dar conta ensinei-lhe isto.

Há que tempos que ando a pensar se volto ou não, a camuflar os brancos velhos e os novos. E hoje o pinterest foi uma grande ajuda, ao pesquisar going gray, encontrei imagens tão bonitas de várias fases, em várias idades, e em diversos comprimentos de cabelo, que acabei por decidir que não me apetece pintar mais. Fartei-me.


(todas as imagens foram retiradas do pinterest)


Nota posterior: acrescento aos cabelos brancos, o batom vermelho da Zélia.

quinta-feira, 13 de março de 2014

a gola nova



Perdi uma e não descansei enquanto não fiz outra.

Agora, vou finalmente decidir se fico com o espelho ou procuro outro. Foi a única mobília encontrada quando entrei, já andou na guerra, tem sido versátil e tem dado imenso jeito quando não tenho um modelo. Às tantas, já merece ficar por cá. Vou ignorar as manchas e a cor que me enjoa. Se comprar outro, certamente terei o azar de o partir e perder outra gola. Ficas.


sábado, 1 de fevereiro de 2014

PROCURA-SE


Hoje à tarde, perdi a minha gola cinzenta, no trajeto que fiz entre o carro e o Museu da Eletricidade. Dei voltas e voltas na rua, voltei ao museu e nada. Gostava muito de a recuperar, e peço a quem a possa ter encontrado – não tem etiqueta nem qualquer identificação – que entrasse em contacto comigo. É muito aborrecido perdermos uma coisa que nós próprios fizemos.

Uma ocasião, perdi uma luva na rua, não fazia ideia do local onde a tinha perdido, só sabia que tinha sido na rua. Quase três meses depois, num dia de inverno e à noite, encontrei-a no chão duma rua por onde passo poucas vezes. É difícil de acreditar, mas é verdade! E não era outra igual, era mesmo a minha luva, porque antes de a perder ela já tinha uma marca, e a marca continuava lá :-)

Pode ser que tenha a mesma sorte que tive com a luva.

contacto: vera_joaoespinha@yahoo.com

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

«a sorte dá muito trabalho»

A Sónia editou o postal para comemorar os 20 anos de profissão. Eu comprei-o para comemorar os meus 21 (não me esqueço desta data porque coincide com o aniversário da minha mãe).

Chego à fase em que quando digo que trabalho há mais de 20 anos, corro o risco de começar a ser considerada «antiga».

Não costumo escrever sobre a minha outra profissão, porque o blogue não foi criado nesse sentido e eu prefiro separar as águas. Mas hoje, excepcionalmente e em jeito de comemoração, escolhi algumas capas de livros que passaram por mim. Pertencem ao núcleo das que gosto muito, independentemente dos seus autores ou conteúdo, do contexto da data de publicação, do gosto de quem compra ou vende, dos elogios ou condenações.




quinta-feira, 12 de setembro de 2013

verde

Estou com dificuldade em regressar e assentar os pés na terra. Fui contagiada pelo síndrome verde e se eu já gostava de árvores fiquei bem pior. Só me apetece fazer posts com árvores, árvores e árvores… Isto passa-me, não é a primeira vez, só preciso de tempo.

Se me voltarem a perguntar se preferia ter uma casa no campo ou na praia já sei responder. Uma casa na floresta onde se ouvem as corujas e se não for pedir muito, com vista para um lago onde a paisagem ainda não tenha sido invadida pelos aerogeradores.


Estar de férias sem acesso a redes sociais, não ver televisão nem ouvir notícias, não ouvir tocar o telemóvel dias seguidos assim como não sentir necessidade de fazer chamadas, pensar que a única rede que existe é a mosquiteira. Partilhar momentos reais só com pessoas reais. Foi uma desintoxicação tão grande que ainda é difícil fazer um login.

Volto quando sentir os pés no chão e tiver mais tempo para publicar imagens para o futuro.




terça-feira, 23 de julho de 2013

39

O meu último trinta começa hoje, e o melhor presente da vida é ter mais um novo ano por estrear.

Será que eu sou boa a pedir desejos? Ao apagar as velas podemos pedir desejos para outras pessoas?


sexta-feira, 12 de julho de 2013

Vai ser difícil condensar um ano e meio num único post. Tenho muito para contar, apenas ainda não sei por onde começar. Só posso dizer que ando nas nuvens.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

sobre o quotidiano de ter um blogue

Ter um blogue é muito mais do que divulgar o meu trabalho, e existem já tantos outros motivos que ultrapassaram isso há muito tempo.
Um deles foi a possibilidade de vir a conhecer pessoas que têm gosto pelo mesmo género de trabalho que eu, mesmo que muitas delas só as conheça virtualmente. Que acham que fazer croché ou tricot não é coisa para velhos, e muito menos enfadonho. Neste ponto, deixei de me sentir sozinha.
Os amigos e a família apoiam-nos e motivam-nos, mas por vezes não é o suficiente em termos de partilha sobre alguns assuntos específicos e a entrada para a blogosfera permitiu-me isso.
E é curioso acabar por perceber que afinal não andamos assim tão longe uns dos outros fisicamente. E aos poucos vamo-nos conhecendo fora da realidade virtual.

O simples pormenor de ter o blogue onde comecei a partilhar outras situações para além do projeto, fez com que a Catarina de Fernil de Basto, que não conheço de lado nenhum, viesse aqui dar à procura de cactos, e acabou por ter a sorte de receber um «kit de suculentas» em casa.
No post onde perguntei se alguém tinha um catálogo de linhas que já não quisesse, a Sílvia do Funchal viu o meu apelo e fez chegar à minha caixa de correio um deles que vou estimar.
São apenas dois pormenores insignificantes aos olhos de outras pessoas alheias ao assunto, que nada tem haver com o projeto perdi o fio à meada, mas que hoje apeteceu-me vir partilhar.


É incrível aquilo que fazemos e damos aos outros mesmo sem os conhecermos, apenas porque nos encontramos aqui. Podem ser simples mas tornam-se importantes.

Eu gosto de ter um blogue. Gosto mesmo.

domingo, 23 de dezembro de 2012

dias cheios


Tive cinco dias tão bem passados e tão cheios, que quem está de fora não imagina. Tive a oportunidade de conhecer algumas pessoas um bocadinho melhor e outras pela primeira vez, mas todas companheiras excelentes. Fiquei tão contente por ter conhecido alguns clientes e perceber que realmente apreciam e dão valor ao meu trabalho.
Deixo aqui um agradecimento especial à Rosa pelo convite, e por não se importar que a minha filha enfeitasse a «Retrosaria» com o seu tipo de letra :-).
Como é que uma miúda de sete anos consegue ficar quatro dias inteiros numa retrosaria sem se aborrecer? Não sei explicar, mas é a melhor filha ♥ do mundo.

………

Nunca me vi a trabalhar tanto e a dormir tão pouco nos últimos dois meses. Os pedidos foram aparecendo inesperadamente e pela primeira vez fui mesmo ao limite das minhas forças (pensava que já tinha ido, mas não), só não fiz mais porque era impossível (e se tivessse feito mais teria sido sempre com todo o prazer), os dias não esticam e mesmo assim surpreendi-me a mim mesma.
Gostava de ter feito alguns posts sobre o que temos feito aqui em casa, mas não tive tempo para mais nada, para a semana vou ainda tentar registar.

E agora, preciso mesmo de ir tratar do Natal, confesso que tenho a casa num pandemónio, com alguns presentes ainda por embrulhar e decorar.

Cansada, mas satisfeita!

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

a "oferta da casa" vai para…

Dos 40 comentários deixados no post das pétalas, a vencedora foi a Ana*!

Obrigada a todos os que comentaram, e pelas palavras "extras" que deixaram! Agradeço também todas as visitas ao longo destes anos. A partilha, as opiniões, tudo.

Estamos na era em que os blogues estão a deixar de ser lidos e escritos também, são leituras que vão sendo substituídas por outras de conversa rápida, sedenta de reações imediatas, onde os posts convidam a comentar, onde não há vergonha de se fazer "like" ou "pisar", onde se elevam pessoas por bons feitos e onde se dão cabo de outras em menos de uma hora, e onde a partilha de assuntos se faz até à exaustão. Onde a opinião se resume a uma única voz, e tantos vão atrás mesmo sem saber do que exatamente se trata, nada se aprofunda e muitos marimbam-se para a origem da informação. Comento no facebook, vejo, partilho também, mas apesar do meu perfil não estar exposto publicamente, é onde me sinto mais exposta. Por incrível que pareça, aqui no blogue, onde qualquer um pode ver o que faço, o que oiço, o que leio, o que vejo, o que gosto e o que não gosto, é onde me sinto mais protegida, é mesmo uma sensação estranha e muito difícil de explicar até. É aqui que vou continuar mesmo que me visitem menos e mesmo que a era dos blogues passe de moda. Este blogue é o meu "tom", onde partilho o que me inspira e o que desinspira também, onde mostro o que já filtrei do dia a dia e o que achei útil ou importante de registar.

………

"Estar" incluída numa lista de Natal é uma boa sensação. A boa partilha de blogues também é isto. Simples não é?

* comentário 36

segunda-feira, 23 de julho de 2012

38



Faço 38 anos e dependendo do ponto de vista hoje sou mais nova do que alguma vez serei.

Não vou aqui escrever o que aprendi até agora ou o que mudei até hoje, mas confesso que tenho uma lista onde vou escrevendo o que não nos ensinam, ou quando nos ensinam ainda não temos capacidade para compreender.
Isto não faz parte da lista, porque cada um sabe de si e os piores conselhos costumam ser sempre aqueles que não pedimos. Mas o que senti mais nestes últimos anos foi que o tempo passa mais depressa quando passamos ao lado da nossa vida, quando achamos que devemos ignorar o que sentimos de mau porque todos nos dizem que as coisas boas é que são de guardar. Como é que se cresce só com coisas boas? Assim é que não se aproveita tudo.
A vida não é preto no branco, nada disso. Atrás de uma coisa má virá sempre uma boa se estivermos mais atentos, poderá não compensar a má mas será melhor do que zero. Não fazer planos traz imprevistos saborosos e agir no momento certo é essencial. Continuo a achar que não preciso de saltar de pára-quedas para sentir que estou a aproveitar (quem é mãe sabe que a adrenalina sobe quase todos os dias) nem de ir dar a volta ao mundo (ir mais além sem sair do mesmo lugar também é possível) ou de que os dias sejam todos diferentes (porque isso também é uma canseira) apenas preciso de continuar a escutar e a sentir o que gira à minha volta e de perceber a minha relação com isto tudo, é mesmo só isso.
O cabelo continua a mudar de cor, as rugas começam a dar o ar da sua graça e as sardas que sempre me acompanharam estão ao rubro. Ninguém anda a correr atrás de mim, e aqui sou sempre eu que vou à frente a desbravar caminho, apercebendo-me cada vez mais de que a vida é o bem mais frágil que temos.
O que ela nos dá também nos poderá tirar, mas aquilo que vamos absorvendo de bom e de mau a cada instante da viagem é tão nosso que já ninguém nos tira e é isso que molda a nossa estrutura. Ninguém nos garante que a vida possa vir a ser melhor ou pior, mas sou testemunha de que é sempre muito mais interessante.

………
 
♥ Adorei o filme que o Paulo me ofereceu como presente de aniversário, foi montado com a música Paper Aeroplane de Angus & Julia Stone.
Irei passar o dia a trabalhar e gostaria de uma playlist nova… se não vos der muito trabalho, à medida que forem passando por aqui deixem-me um link com uma música para juntar a esta, pode ser?

terça-feira, 1 de maio de 2012

Partilhar ou não

 
Depois de ler o post da Sílvia, fiquei com vontade em dar a minha opinião sobre o assunto, mas acabei por desistir de comentar no seu blogue porque a opinião ia demasiado longa.

Não consigo aderir completamente ao facebook. Acho que isso acontece-me, porque antes do facebook eu já tinha um blogue. Os meus amigos que mais tarde aderiram ao facebook admiravam-se por nem sequer estar registada. É claro que a maior parte dos amigos e família nem sequer lia o meu blogue, alguns nem faziam ideia de que o tinha e por essa razão não compreendiam a minha resistência.
O motivo que me levou a ceder, foi para ficar em contato com algumas pessoas para mais facilmente passarmos recados umas às outras e substituiu o messenger. A página do blogue no facebook é recente e criei-a porque há leitores que preferem acompanhar os posts daqui através do facebook.

O blogue permite escrevermos ou publicarmos imagens sem esperar nada em troca. Temos um blogue acima de tudo para nós próprios, mesmo que te apercebas mais tarde que o lêem. Claro que há quem inicie um blogue com a intenção de conseguir obter a maior visibilidade possível, nota-se logo pelos conteúdos, alguns com interesse outros nem por isso. Há uns anos atrás isso não acontecia, não tínhamos a noção da divulgação ou exposição que um blogue poderia vir a ter. A meu ver, no facebook intervém-se de modo a obter-se reações imediatas, é um frenesim e parece estar em primeiro lugar o modo como queremos que os outros nos vejam, mas também acredito que nem todos sejam assim. Num blogue o espaço é mais tranquilo, visita-te quem se identifica com a tua «casa», procuram-te sem te impores a ninguém.

No facebook o «ruído» cai-te em cima assim que te ligas, é confuso e cansativo visualmente, mas não digo que não vou lá, claro que também vou, mas confesso que seleciono bastante. Prefiro ser eu a consultar apenas o que me apetece.
No blogue ninguém interfere inoportunamente, respeitam-te mais porque é a tua casa, no facebook entras e parece que estão todos sentados na tua sala, mesmo até os que não convidaste.

Se sinto algum problema em expor-me no blogue? Ao fim de 6 anos ainda não, mas vou sempre a tempo… Comecei a utilizá-lo para divulgar uma parte do meu trabalho e nem sei muito bem explicar como, tornou-se num diário gráfico, que posso consultar em qualquer lugar do mundo. Até agora tem sido uma experiência muito positiva e saudável.

Vejo o universo dos blogues um espaço de partilha, também me inspiro ao visitar outros e é justo partilhar o meu. Sigo alguns, mas também já desisti de acompanhar outros porque deixei de me identificar, os próprios autores também mudam. No facebook parece mal querer “desamigar” alguém enquanto nos blogues não há compromissos deste género.

Ao mostrar o que sentimos através dum blogue, arriscamo-nos a mostrar alguma coisa que não queremos e ficamos sem rede porque cada um interpreta o que quiser sobre nós. Mas uma partilha neste tipo de registo não deve ser sempre interpretada como uma exposição desnecessária, não é uma coisa má. É bom partilhar e mostrar um bocadinho daquilo que somos, por experiência própria recebemos um feedback mais sincero, isso é que é uma verdadeira partilha. Continuo a achar impossível fazer isto no facebook.

Não tenho interesse em mostrar que estou num concerto, que estou na rua x ou a tirar um bolo do forno. Se estou num concerto estou a sentir a música, se estou a tirar o bolo do forno estou a viver isso e não preocupada em mostrá-lo dali a segundos para que me digam de imediato que está com ótimo aspeto, isto sim é típico do facebook e provavelmente há quem se sinta frustrado se não receber «likes». Eu prefiro publicar mais tarde aqui no blogue uma fotografia do bolo e partilhar a receita. Apesar de expor-me não vivo dentro do blogue, faço outras coisas e há tantos momentos que não fazem sentido serem partilhados. O blogue é só um caderno onde registo inspirações, algumas emoções para não me esquecer e divulgo parte do meu trabalho.

Talvez já tenha exposto demasiado a minha filha, mas no registo das inspirações e emoções ela é fundamental, era inevitável. É claro que um dia destes deixo de o fazer, acho que ganho coragem para isso no dia em que ela decidir «googlar» a mãe, porque nem todos os miúdos se identificam com este tipo de registo.

E acabei de me expor mais um bocadinho, mas partilhei e isso também é bom.

sábado, 14 de abril de 2012

para não me esquecer





Filha, irmã e amiga. A boa sensação de ter as pessoas certas no lugar certo, só pode ser um bom augúrio.

As fotografias foram tiradas hoje, num acaso em que todas passaram pelo mesmo local, e só quando as vi no computador, é que me apercebi que o início de qualquer coisa começou aqui e eu precisava mesmo de registar.
O irreal torna-se bem real quando menos esperamos.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

36



Desenha-me sempre de cabelo comprido, mesmo que eu o tenha muito curto, acha que me fica melhor.

domingo, 1 de novembro de 2009

Sábado



Fui lá acima com a Rita e a Patrícia, como o dia estava cinzento, fiz um post a preto e branco e finalmente dei a cara no blogue (ainda não o tinha feito, a não ser aqui e aqui).

A R. e a P. à beira-mar.