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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

⚡ ❄

Manhã caótica. Se soubesse de antemão como estava o local para onde precisava de ir nunca teríamos saído de casa. Fui otimista e achei que pior do que via da janela não seria. Enganei-me. A miúda ainda ficou na dúvida se aquilo não seria mesmo neve.
Apesar de tudo, consigo dizer que estava bonito, mas prefiro que a Serra da Estrela não venha ter comigo.

terça-feira, 28 de maio de 2013

maio

Estou desejosa de lhe ver o fim. É um mês demasiado cheio, tão cheio que nem vivo a primavera. Parece que quando acordo é sempre segunda-feira, tenho horas de sono pendentes e sinto sempre que o dia anterior foi demasiado curto. É o mês dos aniversários (já não tenho dedos que cheguem para os contar), dos convites para aqui e para acolá que não devo recusar, do dia da mãe, do aniversário do meu pai, do selo e da inspeção do carro e do seguro, da rinite alérgica, da ventania, do IRS, dos sapatos e da roupa que deixa de servir à miúda e da falta de paciência que tenho cada vez mais para ir às compras. E este maio veio com extras fora do habitual, um batizado, uma comunhão e um casamento. Cheguei hoje à conclusão que este maio irá prolongar-se até meados de junho. Socorro.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013


Responder aos emails de clientes e outras solicitações fora do normal, tirar dúvidas e oficializar encomendas, gasta-se muito tempo, mesmo que se estipulem horas ou dias certos da semana para essas tarefas. Apesar da tentativa de organizar, as respostas aos emails vão-se acumulando e, infelizmente, as encomendas também. E falha-se.

A verdade, é que chegamos a um ponto que deixamos de conseguir fazer tudo. Sinto que estou a chegar ao momento que já tinha ouvido outros falarem, aquele em que precisamos de ajuda.
A ajuda não é no sentido de fazer o trabalho criativo e manual, eu precisava era de tempo só para isso, e deixar de fazer outras tarefas que o rodeiam. E ter alguém que as faça, mas faça «tão bem» como eu «acho» que as faço.

Se continuar neste ritmo, uma ajuda começa a fazer sentido. Está cada vez mais próximo o desejo de ter uma espécie de Sweet Jane.

………

* Devia ser proibido as agulhas partirem-se.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Um «like» não é um biscoito.

Sem querer repetir-me demasiado, achei que deveria escrever qualquer coisa a propósito da mensagem que hoje deixei no facebook. O tema é pertinente.

Criou-se um hábito terrível naquela rede. O pedido de likes por tudo e por nada.
Banalizou-se o like de uma maneira que mesmo que alguém me diga que aquela pessoa x tem não-sei-quantos-mil-likes, já me é quase indiferente. Se calhar essa indiferença não é normal, já me passou pela cabeça se estarei a perder algumas faculdades com a idade ou a tornar-me uma inadaptada à linguagem «facebookiana».

Há quem ache que ter muitos likes equivale a muitos seguidores fiéis, e quem está à frente de um pequeno negócio acha que isso poderá significar muitos clientes. Mas não é bem assim.

Os fãs são fantásticos e os clientes também. Mas nem todos os fãs são clientes e vice-versa. Entendido?
Os fãs são uma coisa, os clientes outra, e ainda existem os fãs-clientes que são outra coisa. E ainda temos os fãs que nos fizeram like na página e que até nos podem já ter esquecido (que afinal não são propriamente fãs mas contam para o número). O sucesso agora mede-se apenas numa escala de likes?
Se eu fizer um like a uma página significa que me dá jeito acompanhar, porque há quem dê mais notícias por ali e quero continuar a par, não quero perder o link, gosto mesmo daquela pessoa ou daquele projeto, é apenas neste sentido.

Quando iniciei este blogue, não pedi likes a ninguém. Comecei do zero. Acho que já ninguém sabe o que isso é!
Hoje em dia, cria-se um negócio qualquer, seja lá o que for, e cria-se de imediato uma página no FB para angariar likes. E tudo isto, porque criou-se a ideia, de quem não tem página de facebook não existe.
Isto mete-me confusão, o «perdi o fio à meada» não cresceu durante 7 anos à custa de likes, divulgou-se de boca em boca, foi crescendo aos poucos, os leitores foram-se identificando, citaram o meu blogue noutros blogues porque acharam que fazia sentido e isso também ajudou. Mas eu acho que isso acontece espontaneamente, ou não? Pelo menos há uns anos atrás acontecia. Eu não criei o blogue, e logo a seguir abri uma janela de casa e não me pus a gritar «gostem de mim, gostem de mim»!

Passei a ignorar as mensagens enviadas a pedirem-me simplesmente um like a uma certa página. Decidi mesmo que passaria a considerar aquilo uma espécie de spam. Quando tenho oportunidade até vou espreitar para ver se me interessa, ver se tem um blogue e perceber quem é o autor/a. Mas um like?! Um like não consigo espalhar ao desbarato como se fossem biscoitos.

Não me pressionem para o like, combinado? Isso desgasta, cansa, afasta, repele…

sábado, 16 de fevereiro de 2013

não sou um polvo

Amanhã eu precisava de não gritar, de não queimar nada no forno, de não me esquecer de colocar nada na mesa, de deitar umas quantas coisas fora, de responder a uma data de emails, de adiantar uma gola, de finalizar outra, de terminar encomendas de janeiro, de registar as minhas faturas no raio daquele site, de ter espaço para inventar uns problemas de matemática, de embrulhar uns presentes e precisava mesmo mesmo que não chovesse.

Mas como não sou um polvo, começo amanhã por tentar não gritar mesmo que nada me corra bem. Ficar atenta aos minutos para não cheirar a queimado — há coisas que não são feitas «a olho». Olhar para os cadernos da miúda e inspirar-me antes de me deitar — ela disse-me que eu os inventei mal (??!!) e que a minha letra e os meus números não são legíveis (??!!) — e por isto irá embrulhar os presentes. Pensar em ter dias certos só para responder a emails específicos e não ficar preocupada se não tenho tempo. As encomendas de janeiro passam a ser de fevereiro (não adianta lutar, adianta sim não aceitar outras para ganhar terreno). Na próxima semana volto a abrir aquele site e fingir que aquilo é uma piada temporária e aceitar que todas as faturas de supermercado não servem para nada e ignorar durante alguns dias os emails da AT que estão a superar os das feiras (apesar da linguagem de «caixa baixa» conseguem ser intimidantes e assustadores, e isso irrita-me muito). Depois, é ganhar coragem para destralhar a casa sem dó nem piedade, e quanto à chuva, ela que venha… ainda é o menos.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

a menina rebelde


Tenho andado a reler a Mafalda, e hoje ao sair das finanças tive a mesma sensação que o pai dela, e pensei que somos tão pouco rebeldes.



Continuam a ir às migalhas em vez de irem realmente ao bolo.

O Mundo de Mafalda © Quino

terça-feira, 25 de setembro de 2012

avançar






Arquivei o verão nos últimos posts, mas ainda não tenho coragem para arrumar as sandálias. O outono já começou e o meu ano novo também. Sentem-se mudanças e isso é inspirador, pelo menos para mim. Sou daquelas que acredita. Sempre. Se cada um fizer a sua parte e não achar que não vale a pena porque é uma gotinha no meio da tempestade, não havemos de morrer na praia.

Enquanto não perco de vista o que se passa lá fora, organizo as lãs e volto a planear o trabalho semanalmente, no meu caso tornou-se mais eficaz. Voltei a abrir a loja com os últimos exemplares da minha colaboração com a Margapinta, e quanto às novidades, posso dizer que ando a tratar disso.

………

A chuva foi pontual! Não reclamem porque já nos fez muita falta :-) estamos é mal habituados.


Raindrops Keep Falling On My Head by B.J. Thomas on Grooveshark

Raindrops Keep Falling On My Head  |  B.J. Thomas

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

desabafo na rentrée - parte II




Estava a tentar não voltar a escrever sobre isto, este blogue não era assim, mas continuo a ferver. Nos últimos dias, em cada local que entro só oiço reclamarem da vida, como o senhor que entrou ontem no talho e disse: «Afinal vou guardar a caçadeira, o coelho fica na toca, a televisão é que vai lá.». De seguida houve quem reclamasse por todos terem sido sempre corruptos e que há muitos anos desistiu de votar por não merecerem o esforço. Não compreendo. O esforço não é por eles, é por nós!

Como é que desejamos uma mudança sem sair do local de conforto?

Reclamar nas redes sociais é confortável e partilhar o que os outros escrevem torna a coisa ainda mais fácil, só que todos os posts ficarão para trás. Sair amanhã para a rua é podermos dizer no futuro aos nossos filhos que temos uma voz, que tentámos, demos corpo e não fizemos apenas um post.
Amanhã não vou à praia, não vou passear, nem ficar a dormir, irei junta-me a muitas outras pessoas, cada uma certamente com as suas motivações, mas que têm em comum a esperança e a vontade de fazer mexer qualquer coisa. E isso, nunca é pouco.

terça-feira, 11 de setembro de 2012


Deste ponto de vista parece um ponto insignificante mas mexeu com o resto do mundo.

(Imagem: Nasa Earh Observatory)

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

desabafo na rentrée




Empreendedorismo — palavra tão gasta nos últimos tempos que deixa de fazer sentido no discurso dos governantes que nos entopem os ouvidos com o cliché, em que devemos ser mais empreendedores e criativos para combater e sobreviver à crise, coisa que eles próprios não sabem fazer. Como é que se ensina e se transmite aquilo que não se sabe? Não lhes ensinaram a lidar com pessoas? E como é que aceitamos tudo o que nos impõem e ninguém se sente ofendido? Estamos sedados? Parece.

Este vídeo explica tão bem o que todos nós criámos ao longo dos últimos anos e como estamos a viver as consequências. Acho que a maior parte das pessoas não se lembra que está tudo interligado e que as ações de alguns podem interferir no resto do mundo. Claro que não passa só pela falta de dinheiro nos bancos nem pelo valor do petróleo, passa também pelos valores de cada um, pelos hábitos que não queremos mudar e pelos recursos naturais que continuamos a ignorar.

Comecemos por exemplo pelos incêndios, expliquem-me como é que basta apenas um dia de calor intenso para se propagarem vários incêndios por todo o país? E porque é que com tanto calor o Alentejo não arde? Como é possível continuarmos sem guardas florestais? Andam distraídos só com as 7 maravilhosas praias de Portugal?
E os «novos» velhos hábitos? Escrevem-se artigos (já os passo à frente) que continuam a dar ênfase à moda da marmita e eu pergunto, mas ninguém fazia isto antes da crise?! Saberem o que estão a comer nunca foi motivo suficiente para utilizarem a marmita?!
Não vale a pena continuar a citar exemplos.

Este, não era o post que eu previa escrever no regresso das férias, tinha planos para voltar só no outono, mas «enchi» com a fonte de informação que destaca a crise-austeridade-troika e é impressionante a quantidade de pessoas que a colocam online e a vão partilhando incansavelmente, parece que de um momento para o outro o país se esgotou e todos aceitam o veredito. Não consigo ficar indiferente.
Não vou mudar o mundo com um post, mas sei que o que faço na «vida real» irá interferir no resto e também na vida dos outros. E não é de agora que penso assim.
Noutro dia à beira-mar, algumas pessoas estavam a olhar para um saco plástico que voava de um lado para o outro, faziam-se caretas ao saco mas ninguém se mexeu para o apanhar — uma espécie de «voz coletiva» dizia: Não é meu. —, faltava pouco para uma onda levá-lo ou para as crianças levarem com ele. Eu acabei por ir apanhá-lo e meti-o no lixo. Não fizeram nada mas sei que para a próxima uma daquelas pessoas irá fazê-lo porque me viu.

Misturei os assuntos todos, não estou com muita vontade de escrever um discurso muito coerente nem de riscar o que está a mais, a verdade é que tinha a cabeça a fervilhar. Certamente já alguém escreveu sobre isto e é só mais um desabafo no meio de muitos, mas estava ali a pensar e de repente apeteceu-me mandar nisto tudo!

………

Esta animação destacou-se no meio do ruído. Hoje, tenho de reconhecer que o FB foi-me útil, mas estamos longe de virmos a ser grandes amigos.
Doing it ourselves através de plantar uma árvore.

terça-feira, 26 de junho de 2012

há dias em que perdemos tempo



Hoje é daqueles dias que poderei passar a ter menos leitores ou que desgostem do que já gostaram no facebook, mas há coisas que temos de comentar e não há meio de guardar cá dentro.

Ao longo destes anos de trabalho, tenho recebido com alguma regularidade propostas para colaborar com lojas ou participar em feiras. Perdi a conta dos emails recebidos, mas pelo que ainda guardo posso dizer-vos que o ano de 2010 foi o auge (21), mas este ano estou a chegar ao mesmo número e ainda vamos a meio (assustador, não?).
Tento responder a todos e aos que não cheguei a responder foi por puro esquecimento, mas sempre foram personalizados. Não adotei um modelo de email para recusar ou aceitar, porque acho terrível receber emails com o conhecimento de todos os destinatários, em que o email das propostas de algumas lojas é igual para todos. Fazem-me sentir que nos põem a correr atrás da cenoura. E até lhes fica mal, porque a maior parte das condições de venda são as quais, nós criadores, queremos distância.

O que me levou a escrever este post, é que por vezes ultrapassa-se o limite e infelizmente ando a acumular muitos emails assim. E já ando com o dilema "respondo ou não".
A última proposta recebi hoje, propunham-me ir amanhã num "pulinho" a outra localidade do país tentar contribuir para a decoração de uma casa de um projeto já existente, onde não lhe faltam patrocinadores (mas as despesas dessa deslocação claro que são comportadas pelos criadores = absurdo). Teria como troca da minha "devoção" o meu nome junto ao contributo e em "princípio" durante o tal evento poderia estar no local a comercializar os produtos e passo a citar: «Sei que é um pouco em cima da hora mas a ideia é bastante interessante!!!! (…) Necessito de uma resposta rapidamente.». "Rapidamente" é elegante.

Ora bem, nem sei o que responder. Será que os emails nos fazem sentir tão próximos uns dos outros, e os nossos blogues tão em casa uns dos outros, que por breves momentos há quem se esqueça do bom senso e da educação nestas abordagens? O "tu cá tu lá" não me faz confusão nenhuma, o que me arrepia é o à vontade com que se fazem as propostas e essencialmente o modo como nos fazem sentir.

Devido ao tipo de trabalho que faço não costumo aceitar propostas que cheguem em cima da hora, há todo um trabalho para preparar já para não falar da logística. Também não aceito propostas escritas em "tom fresquinho" e num novo discurso empreendedor em que não questionaram anteriormente as minhas condições de comercialização ou divulgação do trabalho que faço. Sim, porque eu também tenho condições. Como é que nos propõem números sem nos ouvirem primeiro? Propor um ponto de venda a um criador é indispensável dar a conhecer a localização da loja e juntar uma pequena apresentação do conceito do projeto. Já para não falar das propostas acompanhadas de excessos de pontos de exclamação e smiles, e as propostas de lojas vindas do facebook em modo telegrama sem qualquer informação adicional.

Custa muito personalizar um email ou estou a ser muito exigente? Somos todos diferentes e isso influencia pelo menos a minha resposta. Se pensarmos um bocadinho que precisamos uns dos outros, não custaria nada fazer esse esforço.

Não escrevo isto com o intuito de transmitir alguma superioridade, é mais uma espécie de manifesto contra as propostas de inúmeras lojas à consignação, de feiras de artesanato urbano ou eventos "mal amanhados".
Podia ignorar o email que recebi juntamente com outros, alguns bastante caricatos, mas começaram a cansar-me porque nos tratam como amadores, e há quem trabalhe para que não seja visto assim. Não coloco as propostas todas no mesmo saco, porque há quem saiba fazê-las e algumas tenho pena de não ter mais tempo para as conseguir aceitar, porque muitas situações são válidas para divulgar o nosso trabalho. Mas existem outras tão más que me tiram quase do sério, porque fazem-me perder tempo, como agora.

quarta-feira, 6 de junho de 2012







Há dias em que só nos apetece dizer palavrões. Hoje é um.
Preciso de organizar as ideias, rever o que está pendente, concentrar-me ou talvez deitar tralha fora porque há qualquer coisa que não está a fluir e está a empatar-me. Talvez me ajude ir arrumar uma gaveta.

quinta-feira, 19 de abril de 2012



Patinei, patinei, rodopiei à grande e à francesa… e pumba.
Já tinha rodopiado ao volante, mas nunca com tanta elegância. Vou tentar não repetir.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011




Sobrevivi ao Natal. Agora aproxima-se a festa da passagem de ano que não aprecio. Deixei de compreender a necessidade que muitas pessoas têm de ir sempre para algum lado e da obrigação de se divertirem a todo o custo, quando há outros dias do ano muito melhores do que este. O único momento que me deixa em sintonia com a transição é o do ritual das passas. É de aproveitar a energia no ar quando somos muitos e desejar :-)

sábado, 26 de novembro de 2011

adeus botas


Ao fim de sete anos desfizeram-se pelo caminho… nem queria acreditar.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011



Férias, estou mesmo a pedi-las. No limite…

Há umas semanas iniciei a fase de transição dos fios para a lã, é uma altura conflituosa, mudo de agulhas constantemente e não me fixo num só material, parece que nada flui, mas isto passa…

quinta-feira, 16 de junho de 2011



Ultimamente sinto-me em ponto morto, com ideias para concretizar e algumas peças a meio, mas tenho a perfeita noção de que se lhes pego não irão acabar bem. Ando a precisar de um intervalo radical para recomeçar.

Preciso do verão e das férias.

domingo, 23 de janeiro de 2011

©


A fotografia utilizada na header deste blogue pertence a este post. Claro que agradeço quando sou citada em outros blogues acerca do trabalho que faço e dou autorização para utilizarem as minhas imagens desde que sejam situações relacionadas com o meu trabalho ou sobre este blogue, e que adicionem um link para mim. Neste caso, o link está do lado direito mas para uma situação destas não faria sentido ser utilizada uma imagem minha, e deveria ter sido consultada.

É claro que a expressão perdi o fio à meada não foi criada por mim, é uma expressão comum que todos os portugueses utilizam, mas neste caso até o nome parece-me coincidência a mais. Se tivesse tido o bom senso de não colocar a minha imagem como apresentação do seu blogue, nada me tinha incomodado.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Há dias em que ficamos sem palavras.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

há dias…



Será que a integridade dos locais de venda e as pessoas que os representam afectam os produtos que lá se vendem? 
Sim. Principalmente quando o assunto está relacionado com o meu trabalho.
Vale a pena utilizar o blogue em substituição de um livro amarelo?