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sábado, 7 de julho de 2018

arte na paisagem

Fui conhecer o espaço do Festival Safira, recostar-me num fardo de palha, ouvir música e observar as estrelas que não vejo na cidade.


segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

7ª Bataria (RAC)

Vista deslumbrante! Mais um local fotogénico para regressar antes de se tornar privado.

terça-feira, 18 de abril de 2017

momentos


Visito estes locais várias vezes e de cada vez que os visito tiro as mesmas fotografias, quase sempre com os mesmos enquadramentos, parece que me esqueço mas não é isso. Tenho sempre a esperança de um dia conseguir registar as sensações de olhar para a paisagem, de tão boas que são.

Na primeira imagem, a casa cor-de-rosa do lado direito da ponte tem o verso mais bonito.

domingo, 19 de março de 2017

paisagem gráfica

Adiei tanto que a ia perdendo e seria uma pena, pois enche os olhos de qualquer designer gráfico.
Já conhecia algumas das imagens, das quais fui ao encontro a propósito de outros projetos, por curiosidade e de ser miúda e ter presente uma pequena recordação de alguns dos letreiros luminosos do Rossio.
Como ainda sou do tempo do catálogo da Mecanorma e da utilização das letras de decalque, adorei os projectos em papel e os esboços!

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«De dia, são figuras e nomenclaturas comerciais integradas nas fachadas dos edifícios e de noite reamanhecem a cidade com luzes de néon num multicolorido gritante, a apagar e a acender, enchendo de cor as ruas agora mais movimentadas numa cidade mais dinâmica. Nos dias chuvosos o aglomerado de luzes coloridas, refletidas e espalhadas no asfalto molhado, enriquece as noites de inverno.»

Exposição «Cidade Gráfica, letreiros e reclames de Lisboa do séc. XX» — Projeto Letreiro Galeria de Rita Múrias e Paulo Barata.
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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

verão azul


Se amanhã chegasse o outono ou o inverno não iria ficar triste, o verão já foi perfeito. Há muitos anos que não passava por um verão tão bom como este. Assim como senti que o último inverno foi verdadeiro, dos quais só me lembro em mais nova, em que chovia a cântaros dias seguidos com granizo à mistura e ninguém reclamava, porque era mesmo assim.
Agora reclama-se muito, ou porque chove dias seguidos ou porque o calor já não se aguenta, poucos são os satisfeitos que sabem viver cada estação do ano e não ficam à espera que o planeta azul se adapte a nós.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

dias condensados

Desligar.
Ajuda muito poder escolher férias em locais onde a rede, por vezes, chega a ser apenas o número de emergência, ou para ter rede suficiente para uma chamada sem interrupções precisar de me deslocar ao telhado ou para fazê-la ter estar quase encostada àquele poste de electricidade.



Cada vez mais, procuramos destinos de férias onde possamos estar mais em contacto com a natureza. Na cidade a natureza é muito limitada e apesar de haver por perto um parque muito bom para uns passeios e piqueniques, precisamos de mais espaço para respirar e limpar o "disco rígido". Faz bem aos adultos e muito melhor às crianças. Alguns dos pontos altos das férias passou por assistir a uma trovoada como se estivéssemos num cinema, uma tarde a apanhar pinhões e a tentar comê-los, ficarmos sentados a olhar para o rio ou poder ler um livro horas seguidas.

Como é que se consegue passar tantos dias assim e tão iguais? Consegue-se se decidirmos que não vamos gastar tempo com outras coisas e vamos apenas estar e ficar.
Diz-se que estar numa aldeia duas semanas pode ser sufocante porque o tempo não passa e não se faz nada. Mas é isso que nos faz bem, pelo menos para quem passa o resto dos meses a sentir o tempo a correr e a ouvir dizer que tempo é dinheiro e é tudo para ontem.
Termos dias pela frente sem planos, com o tempo a passar devagarinho é disso mesmo que precisamos. Tempo não é dinheiro.

Deixámos os últimos dias para fazer praia, o estágio de banhos no rio lá em cima fez com que a água fria da Arrábida até nos parecesse morna.


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

acampar


Para encerrar o verão deixei que me convencessem a dormir numa tenda pela primeira vez. Chegar de noite por entre os pinheiros não é o mesmo que chegar de dia. Desconhecia por completo a paisagem, digamos que fui mesmo à confiança. A montagem da tenda emprestada foi hilariante, eu estava a anos de luz (e sem luz) de tudo aquilo. E depois de uma tenda que se fez difícil, descobri que as tais dos 2 segundos deveriam constar da lista das melhores invenções de sempre!

No dia seguinte tudo era bonito!


Inicialmente, não achei a logística muito fácil, mas com o hábito posso lá chegar. Afinal as aranhas não entram.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

ruta del cares


Um percurso de 24 km (ida e volta) feito ao longo do desfiladeiro do rio Cares. Partimos de Poncebos até chegar a Caín e regressámos pelo mesmo caminho. Demorámos cerca de 7 horas, temos sempre a companhia duma criança, mas faz-se em 6. É necessário termos mil olhos para quem leva miúdos, apesar de ser relativamente seguro estamos a falar de precipícios e os sustos podem acontecer.


É deslumbrante e imperdível! Impressiona muito pela altura em que nos encontramos e como todo o percurso terá sido construído. Somos pequeninos e insignificantes no meio da paisagem, não há melhor maneira de dar valor ao nosso mundo como quando nos sentimos assim.



Grande dificuldade: convencer uma criança de 10 anos (já com uma noção das distâncias) de que aquilo era absolutamente lindo, que a subida inicial de 2,5 km acabava já ali e que ela iria conseguir fazer tudo de "cares".

(PR-PNPE-3 / GR-202)


terça-feira, 21 de julho de 2015

Génesis


(Mulheres yali utilizam sacos feitos de fibras de flores de orquídeas – Papua Ocidental, Indonésia) 


(Embondeiros numa ilha cogumelo – Moramba, Madagáscar)
 



Fotografias de várias paisagens, de animais e de outros povos do nosso planeta que escaparam ao mundo contemporâneo. A não perder, a exposição «Génesis» de Sebastião Salgado na Cordoaria Nacional até dia 2 de agosto.

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«Além de trazer aos olhos do público a beleza de povos isolados e paisagens grandiosas, "Génesis" representa uma convocatória para a batalha.

O facto é que não podemos continuar a poluir o nosso solo, a nossa água e o ar. Precisamos agir de imediato para preservar terras e águas ainda intocadas, e para proteger o ambiente-santuário de animais e povos ancestrais. 

E devemos ir além. Devemos tentar reverter os danos. 

A nossa modesta contribuição foi reflorestar um terreno na região sudeste do Brasil. Nos últimos 15 anos, o Instituto Terra — a nossa organização sem fins lucrativos — plantou cerca de dois milhões de árvores, de mais de 300 diferentes espécies que já floresceram por lá. O resultado: encostas esgotadas e áridas ganharam uma vegetação exuberante. O renascimento deste microclima tropical atraiu, por sua vez, pássaros e animais que não eram vistos naquela área há décadas.

A reflorestação é uma das maneiras de recuperar o tempo perdido e o prejuízo causado. As árvores ainda desempenham o papel central na neutralização das emissões de dióxido de carbono responsáveis pelas alterações climáticas, como o aquecimento global. Leis e governos podem tentar controlar estas emissões, mas somente as árvores conseguem absorver o dióxido de carbono e produzir oxigénio. Cada árvore plantada alivia um pouco as nossas preocupações quanto ao futuro do planeta.»


Lélia Wanick Salgado e Sebastião Salgado

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sábado, 20 de dezembro de 2014

granolar é…


… ir dar um pulo à loja para trazer a nova embalagem familiar e ainda oferecer uma mãozinha.

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A Patrícia e a Zélia vão participar na Feira de Natal da Retrosaria, o que é mesmo bom, para eu poder ir lá matar as minhas saudades recentes!

domingo, 28 de setembro de 2014

Formigal - Pourtalet




Foi pela luz do dia, ou por soar a despedida que o cenário tornou-se inesquecível. Há sensações que se repetem.
Esta linda paisagem começa em Formigal, uma estância de neve que no verão é pasto, e continua até bem depois da fronteira de Pourtalet, onde se volta a entrar novamente nos Pirenéus.
Aqui, os cavalos, as vacas e várias centenas de ovelhas partilham estes pastos em liberdade. Dá vontade de começar a andar e só parar quando o sol se esconder.