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segunda-feira, 9 de abril de 2012
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A combinação perfeita entre a música da Feist «Bittersweet Melodies» com o trabalho da fotógrafa Irina Werning (1 e 2).
«I love old photos. I admit being a nosey photographer. As soon as I step into someone else’s house, I start sniffing for them. Most of us are fascinated by their retro look but to me, it’s imagining how people would feel and look like if they were to reenact them today… Two years ago, I decided to actually do this. So, with my camera, I started inviting people to go back to their future.» Irina Werning
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quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
…
Sobrevivi ao Natal. Agora aproxima-se a festa da passagem de ano que não aprecio. Deixei de compreender a necessidade que muitas pessoas têm de ir sempre para algum lado e da obrigação de se divertirem a todo o custo, quando há outros dias do ano muito melhores do que este. O único momento que me deixa em sintonia com a transição é o do ritual das passas. É de aproveitar a energia no ar quando somos muitos e desejar :-)
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
sábado, 17 de dezembro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
37
E como hoje não tirei fotografias por ter estado todo o dia muito ocupada, deixo-vos uma linda canção (pelo menos para mim), porque hoje também se comemora o aniversário da Amália.
Por muitas versões contemporâneas que hoje se façam das suas canções, e mesmo que digam que é um modo de fazer chegar o fado às novas gerações (será?), continuo a achar os originais demasiado bonitos e por essa razão algumas das novas versões que fazem sucesso não me entranham.
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
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Com a miúda de molho, sem grande energia para trabalhos manuais e para fugir aos desenhos animados revimos um DVD dos Riverdance. Nele aparece a María Pagés, e aqui vos deixo dois excertos para quem não a conhece. Este espectáculo é de 1996, mas através do site têm acesso a trabalhos mais recentes.
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sábado, 9 de outubro de 2010
A guerra das rosas
Camané | A guerra das rosas
Abriguem-se da chuva e bom fim-de-semana!
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quarta-feira, 19 de março de 2008
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
encosta-te a mim
Encosta-te a mim, nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim, talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim, dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou, deixa-me chegar
Chegado da guerra, fiz tudo p´ra sobreviver
em nome da terra, no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem, não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói, não quero adormecer
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim
Encosta-te a mim, desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
o que não vivi, um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim
Jorge Palma
Amanhã vou ouvi-lo (uma prenda de Natal ainda por gozar). Fica a letra da mais tocada na rádio (bem que podiam tocar as outras também), que se lê como um poema, assim como todas as anteriores compiladas neste livro.
encosta-te a mim, talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim, dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou, deixa-me chegar
Chegado da guerra, fiz tudo p´ra sobreviver
em nome da terra, no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem, não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói, não quero adormecer
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim
Encosta-te a mim, desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
o que não vivi, um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim
Jorge Palma
Amanhã vou ouvi-lo (uma prenda de Natal ainda por gozar). Fica a letra da mais tocada na rádio (bem que podiam tocar as outras também), que se lê como um poema, assim como todas as anteriores compiladas neste livro.
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