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sexta-feira, 8 de novembro de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
aprender a escolher
Na entrada para o 1º ano comprei-lhe uma mochila que a própria escolheu, com figurinhas horrorosas de um certo desenho animado, mesmo o que desejava na altura. Avisei-a de que seria uma mochila para usar até se desfazer e que pensasse bem.
Na véspera da entrada para o 2º ano chorou, porque já não gostava muito daqueles desenhos animados e «todas» as colegas tinham mochilas novas. Expliquei-lhe que não poderia fazer nada acerca disso, a mochila estava ótima e sobreviveria pelo menos mais uma época, lembrei-lhe que tinha sido a sua escolha e com muita insistência.
Para ter qualquer coisa nova passado uns dias ofereci-lhe um estojo (cá em casa o resto do material transita para o ano seguinte, seja lápis ou borracha). Nos primeiros dias veio um pouco triste para casa, alguém lhe disse que a mochila era «antiga» e nem sequer combinava com o estojo, lápis e caneta.
Não combinam?! Mas agora é preciso que a mochila faça conjunto com o estojo?! Disse-lhe que ignorasse os comentários. Sofreu o ano todo com a mochila, achando-a cada vez mais infantil, mas foi até ao fim sem falar mais nisso. No fundo, sei que cobiçava a das outras.
Para a 3º ano achei que merecia uma mochila nova pelo esforço de tudo. Umas quantas semanas atrás comentou que se tivesse uma mochila nova durante a primária seria com uma certa heroína da disney.
Hoje, quando a fomos escolher disse-me que pensou melhor e preferia que não tivesse desenhos da tv nem heroínas de filmes, porque tinha aprendido a lição no ano anterior. Iria escolher uma mochila com uma decoração diferente, para quando fosse para o 4º ano ainda gostasse de a usar e continuasse com ela por aí fora.
Ao passar pelo corredor das kittys e heroínas comentou de passo acelarado «Não não. Não quero nada disto!».
No regresso de mochila às costas… «Já me apercebi que há muitas pessoas que compram coisas e depois deixam logo de usar porque já não gostam e estão sempre a comprar e a comprar. Temos de pensar em várias coisas antes de comprar para não deixar de as usar logo».
Às vezes sinto-me perdida na forma de educar, só passado muito tempo é que podemos saber se nos estamos a safar bem ou não. Respiro de alívio quando oiço coisas destas, e é aí que percebo que vou no caminho certo e que vale a pena o esforço. Mas houve quem me dissesse que fui «má» por não ter comprado uma mochila nova.
Ao perguntar-lhe se poderia dar a outra menina a mochila que já não gostava… «Claro que não vou dar a ninguém, quero ficar com ela porque foi com ela que aprendi a lição!». Vai passar a utilizá-la para levar as coisas quando dorme em casa da avó ou quando vai à natação.
………
No último dia de julho trouxe-nos um lindo bolo colorido, que deve ter reunido com toda a plasticina daquela escola que já não podia transitar para o ano seguinte ;-)
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de casa,
produções B
segunda-feira, 1 de julho de 2013
sexta-feira, 31 de maio de 2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
domingo, 10 de março de 2013
das nossas paredes
Em resposta a quem já nos perguntou onde arranjámos a fita-cola «especial» deixo-vos o link para a made in paper.
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de casa,
produções B
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
frascos
Como acontece todos os anos, alguns presentes são feitos em casa. Tornou-se um bom hábito a manter e que nos dá imenso prazer.
Este ano, lembrei-me da quantidade de frascos que guardo e não lhes dou uso. Poderia fazer doces ou compotas, mas como há quem os faça tão bem e nos presenteie com isso que não vale a pena competir. Para fazermos um pouco diferente, lembrei-me de os pintarmos.
Foi uma aventura porque uma criança não pinta no vidro como um adulto, e para podermos fazer o que tínhamos planeado lembrei-me dos carimbos. A possibilidade de criar padrões com olhos, narizes, pestanas e bocas foi bem divertida e facilitou a passagem para o vidro. Visto assim, parece que foi só pintar, mas não, foi mais trabalhoso de que imaginei inicialmente, e a saga das pinturas prolongou-se até às vésperas. Ficaram bonitos, e tenho pena de não termos feito mais para guardar pelo menos um exemplar cá para casa.
Para concluir o presente, comprámos chá a peso, enchemos os frascos e acrescentámos uma etiqueta o mais simples possível para não ofuscar o que levou dias e noites a fazer.
………
Enquanto envernizava frascos e pinhas na semana passada, a pinha #100 ficava registada no post da Madalena e as várias boutonnières no Simplesmente Branco.
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produções B,
reduzir . reutilizar . reciclar
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
receitas ♥
«Ponha o cotovelo na almofada sem ter que o pousar. Rode a manivela* sempre que lhe doer o ombro. Venha ter comigo às sextas-feiras ao hospital. beatrizhospital.com.pt»

«Vai ser operado sexta-feira. Não faça nada ao coração. Visite: beatrizhospital.com.pt»
………
* A manivela era a da Facit. Não perguntem porquê, é mesmo assim, às vezes só precisamos de alinhar.

«Vai ser operado sexta-feira. Não faça nada ao coração. Visite: beatrizhospital.com.pt»
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* A manivela era a da Facit. Não perguntem porquê, é mesmo assim, às vezes só precisamos de alinhar.
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produções B
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
tesourar + agrafar
Começámos com as decorações de Natal há uma semana, tornou-se urgente concretizar algumas ideias antes que ficassem demasiado confusas.
No meio das decorações surgiu o improviso. Aproveitei logo o potencial que estava a sair dali para mais umas palavrinhas ;-) . Adoro os "ós" e o modo como os colou. Não se rendeu quando lhe disse que o "ó" deveria ficar "espalmado" para facilitar a colagem (toma-lá-ó-mãe).
A tesoura já era considerada um lápis, agora juntou-lhe o agrafador.
No meio das decorações surgiu o improviso. Aproveitei logo o potencial que estava a sair dali para mais umas palavrinhas ;-) . Adoro os "ós" e o modo como os colou. Não se rendeu quando lhe disse que o "ó" deveria ficar "espalmado" para facilitar a colagem (toma-lá-ó-mãe).
A tesoura já era considerada um lápis, agora juntou-lhe o agrafador.
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produções B
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
…
«— Ó mãe, porque é que os teus hambúrgueres são sempre piores do que os da escola?»
Levantei-me e fui gargalhar.
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produções B
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
dentes – último episódio
Voltou a arrancar o 5º dente sozinha, lavou-o, guardou-o na caixinha e arrumou-a na prateleira. Logo de seguida enfiou-se na cama e não disse mais nada. Estava feliz porque o dente que abanava já não a incomodava. Melhor é impossível, não voltámos a falar sobre isto.
Há fadas que só atrapalham, ou seja, há adultos que metem fadas ao barulho só para atrapalhar, enquanto a verdade simplifica a vida :-)
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eu mãe,
produções B
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
novamente os lobos
Lembram-se deste post? Acrescento que o Grupo Lobo, iniciou há semanas atrás uma campanha para donativos que irão reverter na compra da propriedade onde funciona o CRLI. Desde o seu início funcionou num espaço cedido sem custos, mas terá de ser adquirido pelo Centro para manter o projeto no local.
Quem puder ou quiser fazer o donativo, poderá fazê-lo aqui ou consultar o site para mais informações. Quem não puder ajudar deste modo, poderá divulgar a campanha passando a palavra aos amigos e à família.
Relembro que podem visitar o local, é um bom programa para fazer nas férias, não é a mesma coisa que ir a um parque de diversões, mas claramente mais acessível e na minha opinião muito mais interessante.
………
Há 5 meses atrás, a B. ilustrou e escreveu o texto, estava muito decidida em escrever sozinha um livro sobre algumas espécies em vias de extinção ♥. Ela nem sonha, mas hoje voltei a lembrar-me dele, e achei oportuno utilizá-lo para ilustrar um post escrito neste tom. Os filhos inspiram-se nos pais e os pais nos filhos.
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produções B
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
em casa de ferreiro…
Gostava de poder dizer que fui eu que a ensinei a fazer tricot, mas não fui. Nem imaginava que pudesse estar tão interessada na arte das duas agulhas, confesso que nem sequer me lembrei de lhe ensinar. Só me apercebi que não fiz parte disso quando a vi já toda artilhada de colares e pulseiras de croché com pompons, que eu também não ensinei. Vá lá, o cordão ainda aprendeu comigo.
Diz que vai fazer um cachecol e por este andar é bem possível que sim.
— Ó mãe, isto é um vício!. — Nem queria acreditar no que estava a ouvir.
A mala que a Rita lhe ofereceu no Natal, passou do transporte do caderno de notas para o tricot, e fica-lhe tão bem ♥.
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produções B
terça-feira, 31 de julho de 2012
conversa
Tinha acabado de sair do carro e avistei um indivíduo com um ar bastante desorientado a meter-se com as pessoas por quem passava, a falar alto e a gesticular e notava-se que mal ele virava a cara elas fugiam com receio. Já não tinha tempo de tirar a miúda do carro, as suas tralhas e atravessar a estrada antes dele chegar até nós. Preparei-me para o imprevisível. Chegou-se e disse boa tarde, a miúda respondeu-lhe, eu também. Ele sorriu e começou a falar com a miúda e ela com ele, e falavam e sorriam, e eu tentava apressá-la, mas ela continuava a arranjar-se nas calmas e a falar com ele, até que lá se arranjou e eu disse-lhe «Temos de nos despachar!!», e ele virou-se para ela «Menina, porta-te bem e faz o que a mãe diz.» ela disse-lhe que sim. Subimos a rua, ele ficou a acenar-lhe e a dizer-lhe bem alto a sorrir «Adeuus meniiina! Adeuus meniiina!» e ficou feliz.
Ela acenou e disse-lhe adeus, depois virou-se para mim:
— Ele era um sem-abrigo, não era?
— Era. (notava-se de cima a baixo e ao longe)
— Vês mãe, ele não pediu dinheiro. Ele só queria mesmo conversar com alguém.
E é assim que se fica sem palavras, para depois ter de lhe explicar tanta coisa.
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eu mãe,
produções B
quarta-feira, 18 de julho de 2012
ratinhos
À medida que ia construindo o meu a B. ia fazendo o dela (e muito bem). Como tínhamos o dia todo abusámos dos detalhes, depois fizemos juntas um ratinho mais simples com a intenção de colocar aqui no blogue. A produção dos ratinhos foi inspirada numa atividade do livro 365 Coisas Para Fazer com Papel e Cartão da Edicare.
Segue a explicação do modelo simples, à nossa maneira, tendo em conta que nunca seguimos um projeto à risca, porque as sugestões e a soluções vão aparecendo consoante o material que nos faz falta.
Dobrar um retângulo de cartão ao meio e cortar o formato do nariz do rato (a ponta do nariz fica na dobra), colar as duas extremidades no topo do rolo. Desenhar as patas, as orelhas, o rabo e os braços no cartão e recortar. Colar as orelhas de forma a que o rato esteja a olhar de lado para nós, a orelha de trás fica mais próxima do nariz e a outra com espaço suficiente para ainda fazer os dois olhos e a boca. Fazer dois cortes na base do rolo e um em cada pata para encaixarem um no outro, no interior do rolo dobrar o que sobra do cartão das patas e prender com fita cola.

Cortar uma tira de papel colorido para a roupa e colar à volta do rolo, a roupa do nosso está decorada com círculos feitos com o furador de papel. Cortar dois retângulos de papel para forrar os braços, mas os braços e o rabo são as duas últimas peças a colocar. Aproveitar os círculos brancos da furação para os olhos, colar os dois do lado que fica virado para nós e dar-lhes expressão com lápis de cor. Desenhar a boca. Dar uma tonalidade cor-de-rosa às patas, ao interior das orelhas, no nariz e tornar a bochecha visível. Desenhar a ponta do nariz com lápis ou caneta preta e fazer algumas pintas à volta.
Cortar 3 tiras muito finas em papel para os bigodes. Deitar um pouco de cola no interior da ponta do nariz, enfiar os bigodes e deixar secar pressionando com a ajudar de uma mola. Atenção, não deixem que a mola cole ao nariz! Por fim, colar a extremidade do rabo na base do rolo (ou utilizar a técnica das patas) e os braços em último.
A fatia de queijo pode ser feita com um cartão amarelo e com o furador de papel.
Materiais:
um rolo de papel
cartão da mesma cor do rolo para as orelhas, nariz, braços, patas e rabo (utilizámos a embalagem de cartão dos iogurtes)
papel colorido para a roupa (ou pedaços de revistas com padrões)
cola branca (usamos sempre esta, serve para tudo mas poderá demorar a secar mais do que as outras)
palitos para ajudar a colar elementos pequenos
pedaço de cartão amarelo ou pintado
furador de papel
molas da roupa (para ajudar a colar o nariz, as orelhas e o rabo)
lápis cor-de-rosa, vermelho e preto (ou canetas)
fita cola
tesoura
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produções B,
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