Mostrar mensagens com a etiqueta tricot. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta tricot. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 20 de maio de 2013

aventuras

Fiz a traseira do calcanhar duas vezes, da primeira vez tive um acidente de percurso que me fez deixar cair tantas malhas que deixei de conseguir apanhá-las. Mais tarde cheguei a precisar duma 6ª agulha não sei como, era o sinal que precisava para ir dormir.

domingo, 12 de maio de 2013

/ \ / \ —


Fiz o trabalho de casa, tricotar até aos dedos. Mas esta não vale porque foi com ajuda, agora é que a adrenalina começa a subir ao pegar na outra.

………

Sobre o prazer de fazer tricot reencaminho-vos para este post no blogue Sufragista. Já tinha deixado o link na página do FB, mas acho que vale a pena deixar aqui também para quem não o viu.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

tricotar meias


Este bocadinho de meia foi iniciado na Retrosaria durante a semana do «fim do mundo». Foi lá que também percebi que fazia a malha demasiado larga — eu achava que era normal — voltei para casa, treinei, e tentei que as agulhas não caíssem. Desmanchei, fiz novamente, desmanchei e voltei a fazer até conseguir que as agulhas deixassem de escorregar e que não ficasse com duas de fora em vez de uma — cheguei a pensar «p'ra quê 5? por este andar só vou precisar de 3!».
Se tivermos a oportunidade de aprender a fazer bem, podemos vir a fazer melhor quando estamos sozinhos, e com mais confiança nos aventuramos noutros projetos.

A vontade de perceber como se faz meia nasceu por contágio, pelo ambiente de todas estarem a fazer meias e de como a Ana me dizia que era altamente viciante, e por ser um trabalho tão portátil mais viciante se poderia tornar.
Naquela altura decidi, quando tivesse oportunidade iria aprender com a Rosa e com a Zélia. E fui. Se é viciante ainda não dei por isso, mas confesso que ontem fiquei até muito tarde a fazer o meu trabalho de casa e tive mesmo que colocar um ponto final porque estava a roubar demasiadas horas ao sono.

No fundo o que me motiva mais para aprender a fazê-las, é o conhecimento da técnica de como se fazem, e porque é meio caminho andado para me tornar independente dos expositores de meias. E certamente saber-me-à melhor remendar o meu fabrico próprio, do que o fabrico dos outros e do qual muitas vezes desconheço a proveniência.

Não se atrevam a dizer-me «foste aprender a fazer meias? para quê? são tão baratas!» :-(

segunda-feira, 1 de abril de 2013

/ \


Existe uma parte das peças das quais me despeço no final do inverno, como as pinhas, e há uma outra parte que inicio na primavera e que passam a andar sempre comigo até ao outono.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

boas estatísticas

O tempo de espera da aula de natação é assim, mas ontem foi diferente, senti-me mais integrada. Na esplanada interior apenas havia um pai a teclar ao telemóvel (ou a dar à «patinha» como diz uma amiga minha), duas mães a lerem livros, outras duas a tricotar e uma a alinhavar um casaco de fazenda, coisa que nunca tinha visto a fazer na rua.

Ontem os lavores ganharam aos gadgets.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

tricot II





A Rita naquele dia tinha passado por cá, mas a primavera trocou-me as voltas e guardei as golas. No inverno anterior, fiz uma também para mim, e até agora é a minha favorita, leve e quente, e que saltou hoje novamente da gaveta porque está um bonito dia de inverno!

Enquanto preparo o tricot e outras peças para a loja, relembro que ainda têm até amanhã para deixarem o comentário neste post.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

terça-feira, 29 de novembro de 2011

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

a boa cúmplice




Ó Rita não te rias. Ó Rita não tremas. Vou apanhar-te esse cabelo! Vira-te. Chega-te para a direita, desculpa, para a esquerda. Fica quieta. Rita, ri-te :-)

A Rita aparece aqui mais vezes do que eu. É minha cúmplice desde que optei por "usar" alguém para servir de modelo para as peças. É minha irmã e tem muita paciência (eu às vezes abuso), já merecia um post ♥.

Brevemente muitas peças disponíveis na loja, e até ao Natal mais algumas todas as semanas (vou tentar). Esperem só uns dias, ando a organizar o resto para vos mostrar.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

tric tric


Este, é o meu «tricot da natação». Aproveitar o tempo nunca fez mal a ninguém, e é muito agradável olhar para o lado e ver mais pessoas a fazer o mesmo enquanto os miúdos nadam lá em baixo. Há pais que acenam com a mão, eu aceno com o cabo da agulha… outros não conseguem preencher o tempo «morto» a não ser a olharem para o telemóvel, eu apenas tricoto, o que me permite fazer ao mesmo tempo – pensar, descansar, observar e conversar.

Irá regressar o tempo em que se tricotava em qualquer lugar? Espero que sim :-). Reparo que as senhoras com mais idade sorriem de satisfação e as mais novas ainda acham estranho quando olham para mim e fazem a correspondência idade/tricot. Três linhas de tricot por dia, nem sabem o bem que lhes fazia…

………

Há duas semanas tive o prazer de conhecer a Cláudia, que bem antes de nos conhecermos me propôs responder a algumas questões e ontem foram publicadas aqui.
Obrigada pelo post :-)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

shop update *




As bagas e a ramagem estreiam-se na loja. O cachecol mostarda também está disponível com algumas pinhas.

………

Obrigada à Susana Pinto por ter mencionado o meu trabalho no Simplesmente Branco, e já agora também à Elisa que algum tempo atrás inseriu o meu trabalho num contexto bem diferente do habitual, e que me surpreendeu :-)

Simplesmente Branco
Lg. Barão de Quintela, nº3 – 2º esq
1200-046 Lisboa  |  21 3421267 - 91 3224029

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

mostarda



Nunca me senti muito atraída pelo amarelo, a utilização desta cor é apenas em casos pontuais e o amarelo precisa de ser mesmo interessante, porque há amarelos e amarelos.

Da mesma deste cachecol e seguindo o mesmo modelo, trabalho ao sabor da mostarda e vou fazendo as pazes com alguns amarelos.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

/ \



Ao tentar organizar as centenas de fotografias do ano passado perdi a coragem toda, outro dia logo se vê, ou não. Mas encontrei algumas, como estas, que ainda não tinha publicado. Registam o ano em que voltei a fazer algumas coisas para mim, como esta gola de torcidos. Matei saudades dos tempos em que fazia camisolas e casacos em tricot para mim. Em que fazia tricot e não conhecia ninguém que tivesse o hábito de o fazer, e por isso estranhavam quando dizia «fui eu que fiz». Passado uns anos, essa estranheza mudou, e ao sacar das agulhas em qualquer lugar já poucos olham-me pelo canto do olho.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

véspera da véspera




Nestes últimos dias os serões têm sido para terminar prendas de Natal que me propus a fazer. Ainda bem que não prometi nada daqui, porque nunca fiz coisa nenhuma com mais de 2 agulhas e atrasou-se tanto que só lá para o Carnaval, e preciso de sorte.
Agora, estou mais preocupada com este (e com as minhas olheiras), hoje só me deito quando vir a outra ponta do novelo…

Boas Festas!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

loja actualizada





A loja volta a encher-se de peças novas.
Está disponível o cachecol de arroz tricotado à mão, uma pequena série limitada de pinhas, ramas e alfinetes ábaco.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

᠐᠐᠐᠐᠐


O arroz está pronto, e brevemente ficará disponível na loja com mais algumas peças que irei mostrar durante a semana.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

arroz ᠐᠐᠐᠐᠐᠐



Em lume brando.

quinta-feira, 18 de março de 2010

ziguezague II





Cada meada seu desenho. A outra meada que tinha o mesmo tipo de lã desta gola criou um desenho bem diferente. Brevemente irá para a loja.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

ziguezague





Esta lã que estava tão bem arrumada, só agora teve o fim merecido.
Nunca pensei que resultasse num padrão ziguezague irregular, e fica muito bem ao pescoço :-).

domingo, 31 de janeiro de 2010

relembrar











Aos poucos vou relembrando o tricot esquecido há uns anos em caixas e cestos. Apesar dos novos livros com fotografias e técnicas fantásticas, para mim não há nada como os primeiros por onde me guiava com desenhos bem legíveis onde esclareço muitas dúvidas e que já me inspiraram.
Decididamente não volto às camisolas e aos casacos, preciso de peças simples como esta para desanuviar.

Para o ano, com muita força de vontade, talvez termine o último tapete de arraiolos que ficou por encher 1/4 do fundo e coser a franja (era muito grande!). Ficou de lado por causa das alergias.

livro:
Aprenda a Tricotar, Uta Mix (edição de 1982)
Editorial Presença