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domingo, 26 de março de 2017
domingo, 28 de fevereiro de 2016
vestidos
Não são minhas nem fui eu que as fiz, estão comigo apenas por empréstimo.
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terça-feira, 5 de junho de 2012
saco de pano
Um saco de pano com mais de 100 anos feito em patchwork, ou retalhos como dizia a minha avó. Não posso nem devo falar do que não domino, a minha área é outra mas ao partilharem comigo esta relíquia não podia deixar de a mostrar.
É forrado num tecido liso, tem cerca de 69 cm de largura e 90 cm de altura e cada lado do saco tem um monograma bordado.
A dona deste tesouro é a mesma dos últimos napperons :-)
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heranças
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
napperon
A A. apareceu com os napperons e eu não resisti em pedir-lhe para os fotografar. Uns são feitos em croché, outros com renda de bilros. Hei-de mostrá-los aos poucos, é que se os mostrasse todos num post, a beleza de um ofuscaria a do outro, e todos merecem destaque.
Isto não se diz, mas a verdade é que fotografei os napperons da A. a desejar que fossem meus :-). Este é feito com bilros e é um deleite para os meus olhos.
Lembrei-me agora, que deixei de fotografar as minhas heranças, umas vezes por esquecimento outras vezes por falta de tempo, mas quando o trabalho a acalmar recomeço a fazê-lo.
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terça-feira, 10 de agosto de 2010
amostras

É muito útil fazer amostras, porque quando nos esquecemos de algum ponto podemos desmanchar sempre um bocadinho para perceber como é feito.Era assim que a minha avó L. fazia, depois voltava a rematar e continuava com a amostra um pouco mais pequena. Das que herdei, algumas foram feitas por ela e outras eram de trocas de amostras que fazia com algumas vizinhas.
Um pequeno espólio de grande inspiração para mim.
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domingo, 11 de abril de 2010
fuso português


Herdei um fuso da minha avó, que na altura em que fiquei com ele nem sabia para o que servia, mas guardei-o porque achei-o bonito. Isto foi o motivo porque me inscrevi no workshop de iniciação à fiação da lã. A minha intenção era apenas saber como utilizar o fuso português, mas saí de lá com mais algumas informações úteis que incentivam a procurar e a saber ainda mais sobre este assunto, uma delas que o pêlo de cão também pode ser aproveitado!


Começar a fiar pareceu-me difícil, mas cheguei à conclusão que se não estiver a olhar para o fio e estiver apenas a sentir o fuso numa das mãos e na outra a lã, corre muito melhor e o fio até fica mais uniforme. Não sei se vou comprar lã para fiar para a utilizar num trabalho muito grande, mas tenho a certeza que o vou fazer de vez em quando para não perder o jeito e para continuar a dar vida ao fuso da minha avó, e ajudar por muito pouco que seja a manter um bocadinho do nosso património nacional.
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terça-feira, 9 de março de 2010
algum croché…

Em resposta ao post da Rosa com um napperon tão bonito, só posso responder com outro feito pela minha avó. Em casa da minha avó L. estes pequenos napperons com tecido eram utilizados para tapar um copo ou o jarro da água.
Não domino os nomes de todos os pontos, mas sabendo os básicos facilmente lê-se um esquema, e com o hábito de seguir esquemas mais rápido se trabalha. O segredo do Algarve não conhecia, apenas o ponto segredo mais comum dos seguintes napperons.


O meu xaile em ponto segredo feito por uma amiga e em último uma das minhas primeiras experiências com este ponto. Como podem ver, à primeira nunca fica famoso, a grande dificuldade para além de tentar manter a mesma medida das laçadas largas, foi conseguir que as laterais ficassem paralelas.


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domingo, 21 de fevereiro de 2010
capas para sacos de água quente
Esta capa de saco de água quente é uma das minhas heranças, que guardo juntamente com napperons de croché e bordados (um dia irei mostrá-los porque vale a pena partilhar). Lembro-me das capas serem feitas com desperdícios de lã que chegavam a casa da minha avó em sacas enormes, cheias de meadas e restos. Ela fazia as peças e posteriormente eram vendidas no centro de caridade da freguesia para ajudar quem precisava.
Apeteceu-me fazer outro inspirado neste e pô-lo a uso, mas logo de seguida aproveitei mais alguns restos e fiz ainda outro. Vontade de criar uma linha de peças de trazer por casa que antigamente se usavam não me falta, o tempo é que não chega, mas aproveitar todos os restos de lã é um dos objectivos e quem sabe até concretizo a ideia começando por aqui.
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segunda-feira, 29 de outubro de 2007
material de escritório
O mata-borrão (herança de avô) continua a uso até hoje, o numerador foi «reanimado» à pouco tempo para numerar a nova série de apontamentos, a máquina de calcular Facit com manivela funciona, mas já não me lembro como… imagens para o grupo old & vintage.
Mais actual, leves transparências de Deepa Panchamia.
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domingo, 30 de setembro de 2007
pequenas heranças




Sempre que pego nestas pegas de cozinha feitas pela minha avó paterna, dá-me arrepios pela perfeição de um trabalho tão simples. O mais importante em qualquer trabalho artesanal.
Tenho outros guardados, que não são pegas, ainda mais perfeitos e complexos, que de tão velhos convém não mexer muito. Quando chegaram a mim (fui uma sortuda, mas fazia todo o sentido) mandei-os limpar, estavam a desfazer-se e alguns impossíveis de salvar. Hoje tenho pena de naquela idade não ter tido o interesse de ter aprendido outros pontos com ela, é que não gosto muito de me seguir pelos livros, mas hoje só assim. Com a minha avó Leonilda aprendi a fazer croché, estava perto do último ano da escola primária e a certa altura comecei a passar as tardes com ela, antes disso as tardes eram passadas com outra avó costureira (Idalina, que acabou por ser o nome de um pequeno projecto da minha irmã), fazia roupa para as netas, cortinados, fatos de carnaval por encomenda, bonecas de pano que estas me fazem lembrar.
Geralmente ajudava a fazer só as pegas e bolsas para sacos de água quente. Iniciava o trabalho e quando se aproximava do fim passava-o à minha avó que os terminava nos picôs ou cosia o que havia para coser. Nenhuma pega das fotografias teve a minha colaboração.
Cansada das que estão na cozinha, demasiado acolchoadas, vou fazer umas iguais. As lãs do baú já têm destino.
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sexta-feira, 2 de março de 2007
objectos
Da última vez que abri esta caixa, tinha visto no cinema «O Fabuloso Destino de Amélie Poulin», no qual a protagonista encontrava uma caixa que me fez lembrar a minha.
A caixa de lata era a da costura da minha bisavó, e não sei muito bem como acabei por ficar com ela. Está cheia de objectos pequenos que não eram meus, menos a boneca (penso que se chamava Lovely Baby e vinha dentro de uma caixa de fósforos quando a minha mãe me ofereceu, andava eu na escola primária).
O último objecto a juntar-se ao grupo, foi a caixa redonda de pó de arroz da minha avó materna, há mais de oito anos. Há umas semanas atrás, voltei a descobri-la porque andava à procura de uma outra coisa e não resisti em fotografá-la... Talvez um dia a arrume tão bem que nem me lembre do lugar.
Não sei porque razão, fui juntando estes objectos na caixa, mas sei que gosto de os ver todos juntos.
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