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domingo, 16 de dezembro de 2018

árvore de natal


Aproveitar a poda das árvores da minha rua em 15 minutos.

domingo, 14 de janeiro de 2018

dos dias

Reciclar o ano velho.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

acendalhas ecológicas II

Voltámos a fazer acendalhas – maiores do que as anteriores – com o que apanhámos dos passeios na aldeia e como não encontrámos raízes suficientes, atámos com um fio para conseguir juntar tantos ramos diferentes. As nossas serão utilizadas na lareira, mas também podem ser utilizadas no verão para fazer lume num grelhador.

Estamos na época ideal para fazer isto, os ramos que estão no chão e as ervas secas ainda não apanharam chuva.


domingo, 20 de setembro de 2015

acendalhas ecológicas


Caruma, pequenos troncos, casca de pinheiro, ramos secos com folhas e algumas raízes para amarrar tudo.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

transformar



Com a mudança de alguns livros de casa para o atelier, encontrei algumas brochuras de exposições que neste momento de nada me serve guardar. Assim, muitas páginas de catálogos transformaram-se em envelopes para o que der e vier.
Semanas depois de os ter feito até acho que ficaram bem bonitos! (Os artistas que me perdoem.)

terça-feira, 8 de outubro de 2013

⎴ ⎴ ⎴


Foi encontrada no lixo pela minha filha. Estava empenada, partida e demasiado suja, mesmo boa para deixá-la onde estava, mas como foi a miúda que a encontrou enfiei-a no carro. Dois meses depois serviu de cenário e aí é que achei que valeria a pena dar-me ao trabalho, pior não iria ficar.
Apesar de gostar muito mais do tom natural, precisava mesmo de a camuflar para anular o odor e não só, e aquele azul era a única tinta que tinha.

Apesar dos crimes que cometi, aos meus olhos ficou linda e formosa. Voltou a «sentir-se» útil e feliz.

………

«Reparing means taking the opportunity to give your product a second life. Don't ditch it, stitch it! Don't end it, mend it! Repairing is not anti-consumption. It is anti-needlessly throwing things away.» – Repair Manifesto



domingo, 29 de setembro de 2013

quando os móveis crescem connosco


Dizem-me que há móveis baratos e não me devia dar ao trabalho. Mas os móveis muito baratos também existem para nos descartarmos deles com maior facilidade e substiuírmos por outros, e alguns até parecem programados para se auto-destruírem em pouco tempo. O mesmo que já acontecia com a roupa. Confesso que também sou conquistada pelos móveis práticos e pelas novidades mas sei que devo escolhê-los a dedo e comprar apenas o necessário.

Tenho consciência que sou responsável por aquilo que já tenho e não devo descartar-me facilmente de «coisas» sem primeiro tentar arranjar-lhes outra solução. Por vários motivos aventurei-me com a Rita no azul. Não estão grande coisa, e até já cometi um crime com um agrafador, mas já ficaram diferentes e adaptados às novas necessidades. Este deixou de guardar roupa e passou a ser uma estante.

Garanto que não são momentos «queridos», dá imenso trabalho e deixamos de fazer outras coisas.


terça-feira, 9 de julho de 2013

aproveitar o tempo e não só


«Esperar à portuguesa» é passar a manhã nas finanças, em pé, e sair de lá com um par de meias concluído.

Por vezes as filas são tão grandes que há tempo para criar pequenas afinidades com desconhecidos, e conheci uma senhora muito interessante que me contou que, quando era pequena, a sua mãe aproveitava as camisas coçadas do pai — dos ombros fazia soutiens e das «fraldas» da camisa fazia cuecas — não confundir com pobreza, mas sim, um inteligente aproveitamento já incutido na família.

sábado, 29 de dezembro de 2012

filigrana de cartão


Já tinha visto a ideia algures na net, em que utilizavam cola para unirem as peças, mas a cola demora algum tempo a secar até podermos ver o resultado final, por isso lembrei-me dos agrafos que foi a melhor descoberta dos últimos tempos. Com agrafos o resultado é imediato.

As estrelas são feitas através dos rolos de cartão do papel higiénico. Podem ser estrelas com 5, 6 ou mais pontas – com mais pontas ficam mais bonitas se as utilizarmos individualmente. Fizemos enfeites de várias formas, estes são apenas dois exemplos. Se a estrutura for maior, resulta muito bem suspensa numa porta ou no teto.



Para o ano, não posso falhar no calendário do advento, esqueço-me sempre! Este, foi definitivamente um recado para mim.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

frascos


Como acontece todos os anos, alguns presentes são feitos em casa. Tornou-se um bom hábito a manter e que nos dá imenso prazer.
Este ano, lembrei-me da quantidade de frascos que guardo e não lhes dou uso. Poderia fazer doces ou compotas, mas como há quem os faça tão bem e nos presenteie com isso que não vale a pena competir. Para fazermos um pouco diferente, lembrei-me de os pintarmos.

Foi uma aventura porque uma criança não pinta no vidro como um adulto, e para podermos fazer o que tínhamos planeado lembrei-me dos carimbos. A possibilidade de criar padrões com olhos, narizes, pestanas e bocas foi bem divertida e facilitou a passagem para o vidro. Visto assim, parece que foi só pintar, mas não, foi mais trabalhoso de que imaginei inicialmente, e a saga das pinturas prolongou-se até às vésperas. Ficaram bonitos, e tenho pena de não termos feito mais para guardar pelo menos um exemplar cá para casa.





Para concluir o presente, comprámos chá a peso, enchemos os frascos e acrescentámos uma etiqueta o mais simples possível para não ofuscar o que levou dias e noites a fazer.

………

Enquanto envernizava frascos e pinhas na semana passada, a pinha #100 ficava registada no post da Madalena e as várias boutonnières no Simplesmente Branco.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

embalagens


Mais uma, cheia de publicidade, mas muito bem aproveitada.
A fita-cola é da Ana, e fica a "matar" nos meus caixotes.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

✂ na reta final






Embalagens velhas que seguem para novos destinos. Cada vez mais, aperfeiçoada nos cortes e nos vincos.

Esta foi a penúltima encomenda antes das férias, a última segue caminho amanhã e não é que não quisesse continuar a fazê-las — só se faz croché quando se gosta mesmo muito e eu gosto — mas sinto-me a ficar em ponto-morto para as encomendas. O croché vai, mas ocupa-me o tempo que me apetece sem obrigações, há quem pense que levar as agulhas de férias é levar trabalho, mas não é nada disso. Quem o faz com prazer sabe que é a mesma coisa que levar um livro, só que aqui os livros também vão :-).

O fim do ano não termina em dezembro, termina agora em agosto. As férias intervalam e dão o espaço que preciso para começar de novo.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

ratinhos






À medida que ia construindo o meu a B. ia fazendo o dela (e muito bem). Como tínhamos o dia todo abusámos dos detalhes, depois fizemos juntas um ratinho mais simples com a intenção de colocar aqui no blogue. A produção dos ratinhos foi inspirada numa atividade do livro 365 Coisas Para Fazer com Papel e Cartão da Edicare.



Segue a explicação do modelo simples, à nossa maneira, tendo em conta que nunca seguimos um projeto à risca, porque as sugestões e a soluções vão aparecendo consoante o material que nos faz falta.

Dobrar um retângulo de cartão ao meio e cortar o formato do nariz do rato (a ponta do nariz fica na dobra), colar as duas extremidades no topo do rolo. Desenhar as patas, as orelhas, o rabo e os braços no cartão e recortar. Colar as orelhas de forma a que o rato esteja a olhar de lado para nós, a orelha de trás fica mais próxima do nariz e a outra com espaço suficiente para ainda fazer os dois olhos e a boca. Fazer dois cortes na base do rolo e um em cada pata para encaixarem um no outro, no interior do rolo dobrar o que sobra do cartão das patas e prender com fita cola.




Cortar uma tira de papel colorido para a roupa e colar à volta do rolo, a roupa do nosso está decorada com círculos feitos com o furador de papel. Cortar dois retângulos de papel para forrar os braços, mas os braços e o rabo são as duas últimas peças a colocar. Aproveitar os círculos brancos da furação para os olhos, colar os dois do lado que fica virado para nós e dar-lhes expressão com lápis de cor. Desenhar a boca. Dar uma tonalidade cor-de-rosa às patas, ao interior das orelhas, no nariz e tornar a bochecha visível. Desenhar a ponta do nariz com lápis ou caneta preta e fazer algumas pintas à volta.

Cortar 3 tiras muito finas em papel para os bigodes. Deitar um pouco de cola no interior da ponta do nariz, enfiar os bigodes e deixar secar pressionando com a ajudar de uma mola. Atenção, não deixem que a mola cole ao nariz! Por fim, colar a extremidade do rabo na base do rolo (ou utilizar a técnica das patas) e os braços em último.
A fatia de queijo pode ser feita com um cartão amarelo e com o furador de papel.




Materiais:

um rolo de papel
cartão da mesma cor do rolo para as orelhas, nariz, braços, patas e rabo (utilizámos a embalagem de cartão dos iogurtes)
papel colorido para a roupa (ou pedaços de revistas com padrões)
cola branca (usamos sempre esta, serve para tudo mas poderá demorar a secar mais do que as outras)
palitos para ajudar a colar elementos pequenos
pedaço de cartão amarelo ou pintado
furador de papel
molas da roupa (para ajudar a colar o nariz, as orelhas e o rabo)
lápis cor-de-rosa, vermelho e preto (ou canetas)
fita cola
tesoura

domingo, 29 de abril de 2012

pormenores







Raramente utilizo uma embalagem nova como invólucro de envio, só quando não tenho mesmo outro recurso. Chego a sentir-me orgulhosa de conseguir dar uma segunda, terceira ou quarta oportunidade a uma caixa velha.
Tanto posso enviar numa caixa de cereais virada do avesso, como num envelope almofadado que circulou centenas de quilómetros e estava a um passo do lixo. Se tudo for bem acondicionado no interior, que mal é que tem não ser bonito por fora?

As embalagens exteriores dizem muito e são o primeiro contato com o destinatário. Assumo que as minhas são vistosas no mau sentido. Não costumam ter lá muito bom aspeto e até chego a imaginar qual será a expressão de quem as recebe, mas o que interessa é mesmo o conteúdo.

As últimas têm seguido ligeiramente mais bonitas, porque o fio norte acabou e o cordel que chegou da made in paper sempre lhe dá outro toque. Mas as caixas usadas, a fita-cola castanha e os remendos mantêm-se…

É pelo planeta :-) como diz a minha filha.