O vizinho disse-me para não chorar e que já vinha ajudar-me. Ele não me conhece, nem sabe o que faço, mas já é a segunda vez que me ajuda. Depois veio o Paulo, o pai e a Rita. Nem sei o que dizer quando vejo quatro pessoas a ajudar-me desenfreadamente com pás, baldes e esfregonas e eu sem saber por onde começar. A água que eu apanhava do chão voltava a cair em lágrimas. Começar de novo vai custar tanto.














